domingo, 25 de março de 2012

Noite lamentável no restaurante 4uartetto

Fui ao restaurante 4uartetto ontem com minha namorada e alguns amigos para comemorarmos o aniversário de uma amiga. E só tenho a lamentar, desde a entrada no estabelecimento:

Uma banda fraquíssima, com uma vocalista sofrível, destruindo dezenas de músicas boas;

Sempre ser recebdo por um dos responsáveis pelo estabelecimento com a gasta e desagradável piada de duplo sentido com seu sobrenome;

Demora para sermos atendidos por um garçom, para podermos fazer nossos pedidos;

Demora exagerada para recebermos nossos pedidos (Qualquer desculpa para levar mais de 15 minutos para preparar um sanduíche, seja ele qual for, é inválida). E um dos sanduíches que foi entregue estava péssimo;

Grosseria de outro funcionário do restaurante, que pelo traje DEVERIA ser um maitre, ou algo semelhante, mas, com aquele comportamento não poderia ser seuqer segurança do local;

Ao recebermos pedidos de desculpas pelo péssimo serviço durante a noite, ainda tive que ouvir "Eles (os donos do restaurante) inauguraram o boliche e não colcoaram funcionários suficientes pra atender todo mundo". É difícil contar a quantidade de erros que existem nesse pedidod e desculpas. Primeiro: Um funcionário não pode, ou pelo menos não deve, criticar a empresa em que trabalha e que lhe paga o salário diante de um cliente, como se ele próprio não fizesse parte dela. Segundo: é um grande atestado de incompetência, dizer que não estava preparado para a demanda. Ou houve erro de planejamento, ou não existe confiança no trabalho que está sendo feito. Terceiro: Os clientes não tem que responder pelas falhas apontadas que descrevi no segundo item.

E pra finalizar, depois de cancelarmos dois pedidos, ainda recebemos a conta "errada", sendo cobrados dois dos sanduíches que foram cancelados por conta da demora;

Uma pena, pois realmente gostava daquele restaurante. Já fui algumas vezes, e apesar de uma outra vez não possuir um dos pratos que pedi, nunca havia pensado em deixar de ir, pois sempre fui bem servido e bem atendido. Poorém nunca havia ido ali num sábado à noite. Acho que não volto tão cedo. Não acho admissível você preciosar "acertar" o dia num restaurante para ser bem atendido.

Enfim, depois desse festival de decepções, fomos ao Habib's ali perto e fizemos um lanche rápido.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Frivolidades

Ao meu amigo PH.

Falar sobre frivolidades com pessoas que não conhecemos bem é uma ótima maneira de passar o tempo, fugir da rotina, ter alguns momentos, possivelmente, divertidos sem risco.

Muitas vezes não gostamos de coisas novas. Temos medo. Creio que isso chega a ser evolutivo, o medo. Temos medo de correr riscos, de testar, tentar, aprender, se entregar. Claro! Todos temos nossas bagagens, nossos traumas, nossos problemas, nossa história.

Todos já falhamos com alguém, fomos traídos, magoamos e fomos magoados. Às vezes confiamos demais em quem não merecia, ou não fomos dignos da confiança de alguém.

E quando isso acontece contra a gente, criamos um escudo, um muro a nossa volta, que nos impede de voltarmos a ser como éramos. De certa forma, nunca somos as mesmas pessoas, dia após dia. Por isso, algumas vezes, é muito melhor criarmos um vínculo social superficial, apenas para fugirmos da solidão que nos impusemos para evitar ser machucados de novo.

Mesmo com nossos amigos, aqueles de verdade, em quem você confiaria sua senha do banco, (ou do facebook, que hoje algumas pessoas levam tão sério quanto a primeira)que confiaria cuidar da sua casa ou dos seus filhos, você tem necessidade desses pequenos momentos de futilidades, como discutir qual o super-herói mais poderoso, ou qual seriado de tv é o mais divertido. (

O importante é não deixar que esse muro cresça tanto que nos impeça de ver o que tem do outro lado, de tentar ver o melhor das pessoas. Mas sem exageros. Eu mesmo faço muito isso, de tentar ver o lado bom de todo mundo e normalmente me dou mal, mais cedo ou mais tarde, mas isso é conversa pra outro dia...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Hein? Nem me pergunte...

Tenho que voltar a escrever. Tô perdendo o hábito e o jeito com as palavras. É curioso,porque é algo que eu gosto bastante e me faz tão bem. Colocar tudo que existe no peito e na cabeça pra fora, pela ponta dos dedos.

Mesmo sem saber quem vai ler e quando. Ou porque. Ou ainda mais importante... Se aquela pessoa que você mais quer que leia vai ler e se vai saber interpretar exatamente o que você está "falando" e se surtirá o efeito esperado.

Quem sabe? Acho que, se eu quisesse realmente saber, não escreveria. Pelo menos não aqui. Não publicamente, dessa forma. e ao mesmo tempo, não é porque algo precisa ser dito, que necessariamente precisa ser ouvido.

Vai entender... Nem me perguntem, porque eu também não entendi muito bem. Ultimamente meus dedos e minha mente não andam muito em acordo.

Grande abraço e fiquem com Deus.

"Ele a viu, numa noite, dançando, despreocupadamente, como se mais ninguém estivesse ali. E daí se tinha mais alguém. Estava radiantemente feliz, com seu sorriso sempre acolhedor. Faltou um tantinho de coragem pra se aproximar. Mas, se aproximar pra que? Melhor deixar tudo como está."

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tempo...

É algo curioso o tempo. Como pra cada pessoa ele parece passar numa velocidade diferente, mesmo sendo exatamente igual para todos.

Porque temos a sensação de que ele passa mais rápido quando nos ocupamos no trabalho, ou em situações prazerosas? E porque ele parece não passar nunca quando estamos em maus momentos, seja no campoo profissional, sentimental, ou algo do tipo?

O mais curioso sobre o tempo, é que independente de como nós o usamos ou aproveitamos, ele sempre passa. E depois que ele passa, sempre parece que foi muito rápido. Chega a ser surreal isso. E dá margem a milhões de questionamentos filosóficos, com diversas conclusões e pontos de vista. Não importa se foi um período bom ou ruim, muito ou pouco tempo. Um mês, seis meses, um ano... Ele sempre passa...

Uma amiga uma vez me falou: "Nós estamos numa época em que os anos passam voando e os dia parecem durar uma eternidade"

Se vocês não entenderam, eu menos... Minha cabeça anda meio avoada esses dias. O jeito é esperar que ele passe... E ele passa, sempre passa..

Grande abraço e fiquem com Deus!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Andar de bicicleta...

Já falei pra vocês como aprendi a andar de bicicleta? Não? Pois senta aí e lê que a história é boa.

Quando tinha cerca de 5 anos, minha mãe percebeu que era hora de eu aprender a andar de bicicleta sem aquelas rodinhas. Porém, como eu sou o caçula e único filho homem, ela ficou insegura de ser muito "cuidadosa" e acabar "estragando" alguma coisa.

Então, teve a brilhante idéia de mandar duas das minhas irmãs, de 14 e 10 anos me ensinarem. Elas o fizeram, de forma bem prática.

A casa em que morávamos era construída em um terreno bem íngreme, com a edificação em um área plana e uma imensa (pra quem tinha 5 anos, parecia imensa) ladeira, que levava da varanda da frente até o quintal, do lado da casa.

Foi ali que elas me ensinaram. Me colocavam no topo dessa ladeira, me ajudavam a me equilibrar na bicicleta, e me davam um empurrãozinho, dizendo: VAI! A partir daí era simples: Ou eu ficava equilibrado e aprendia a andar, ou me arrebentava completamente, ou na descida, ou no portão da garagem, que ficava no fim do quintal.

Ah, um dos momentos mais felizes desse aprendizado foi quando eu descobri um galho de árvore em que eu podia me segurar, antes de bater no portão. Aí só quem sofria danos consideráveis era a pobre bicicleta.

Hoje eu vejo uma analogia interessante com isso. Apesar de morrer de medo de me machucar com as possíveis quedas, eu sempre tentava de novo. Porque? Porque ali havia tudo que eu precisava: pessoas que me amavam, em quem eu confiava, e que estavam tentando me ajudar a vencer um grande desafio, mesmo sabendo dos riscos envolvidos naquela empreitada.

Às vezes, tudo o que a gente precisa pra vencer um desafio que antes parecia inalcançável, intransponível, é alguém que nos ame, pra dar um empurrão e dizer:

VAI! Se cair, provavelmente vai doer, mas eu vou estar aqui pra te ajudar a levantar, então vai!

Um grande abraço, e fiquem com Deus!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Across the universe

É bacana quando uma música reflete exatamente um momento de sua vida. Isso aocnteceu comigo em Santiago, no show do Guns N' Roses, como já falei anteriormente aqui. E aconteceu de novo quando assisti ao filme Across The Universe.

Esse filme é a história de amor de um casal, nos anos 60, toda contada através de músicas dos Beatles. Apesar de não funcionar muito bem como filme, algumas pontas soltas e personagens que poderiam ter sido melhor trabalhados, o simples fato de possuir dezenas de músicas dos Beatles já é suficiente para que ele seja bem melhor do que a maioria.

A música abaixo é uma das mais marcantes, bem no início do filme. Creio que seja a quinta ou sexta música cena cantada.





If I Fell
If I fell in love with you,
Would you promise to be true
And help me understand?

'Cause I've been in love before
And I found that love was more
Than just holdin' hands.

If I give my heart
To you,
I must be sure
From the very start
That you
Would love me more than her.

If I trust in you
Oh, please,
Don't run and hide.
If I love you too
Oh, please,
Don't hurt my pride like her

'Cause I couldn't stand the pain
And I
Would be sad if our new love
Was in vain.

So I hope you see
That I
Would love to love you
And that she
Will cry
When she learns we are two

'Cause I couldn't stand the pain
And I
Would be sad if our new love
Was in vain.

So I hope you see
That I
Would love to love you
And that she
Will cry
When she learns we are two.
If I fell in love with you.

Se Eu
Se eu me apaixonar por você
Você prometeria ser verdadeira
E me ajudar a entender?

Porque eu já me apaixonei antes
E eu descobri que o amor era mais
que só mãos dadas

Se eu der meu coração
pra você,
Eu tenho que ter certeza
Desde o inicio
De que você
me amaria mais que ela

Se eu confiar em você,
Oh, por favor
Não corra e se esconda
Se eu te amar também,
Oh, por favor
Não fira meu orgulho, como ela

Porque eu não aguentaria esta dor
E eu
ficaria triste se nosso novo amor
Fosse em vão

Então eu espero que você veja
Que eu
Amaria te amar
E que ela
Vai chorar
Quando aprender que nós somos dois

Porque eu não aguentaria esta dor
E eu
ficaria triste se nosso novo amor
Fosse em vão

Então eu espero que você veja
Que eu
Amaria te amar
E que ela
Vai chorar
Quando aprender que nós somos dois
Se eu me apaixonar por você

P.S.: Entendeu?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Hein?

Conheço essa autora já tem um tempo, mas só agora suas palavras começam a ecoar dentro de mim. Mais uma vez me aproprio de um de seus textos...


"O caminho ao encontro de uma paixão é mais rápido do que o da fuga. Eu estava fugindo e conheci você quando fazia o mesmo percurso. Paramos. Você tenta me convencer de que tudo pode dar certo pra nós dois. "Diz sim pra sempre, diz?". Já te vejo indo na frente, me chamando, mas eu... parada. Não sei se continuo a fugir: do outro, de você, de todos os outros... até me perder dentro de mim...
É muito difícil não continuar fugindo..."