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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A questão da justiça esportiva brasileira não é geográfica

Mais uma do Blog do Juca Kfouri 

A questão da justiça esportiva brasileira não é geográfica



O senador Osmar Dias (PDT-PR) resolveu jogar para torcida.
Para a torcida do Coritiba.
E propôs que o STJD se mude do Rio de Janeiro para Brasília.
Como se a Capital Federal fosse garantia de bons modos, e não exatamente o contrário como se vê no Senado presidido por Sarney.
Ou na Câmara de Temer e no governo de Arruda, para não falar da casa da Dinda, ou dos mensalões dos tucanos, dos petistas, dos demo e por aí afora.
A solução para a Justiça Esportiva é de outra ordem.
Passa por concursos para os auditores e por tribunais de penas, com ritos sumários, como se faz na Copa do Mundo, pela Fifa, e ninguém chia, nem recorre, nem exige direito de defesa, do contraditório, ou pede efeito suspensivo.
É claro que por ser no Rio, a tendência é a do STJD ter mais gente da cidade, gente que não se constrange a julgar casos que envolvem o time do coração dela e é claro que se fosse em Brasília menos gente gostaria de fazer parte do circo.
Mas não seria a solução.
Porque o STJD é a mais perfeita herança da tradição bacharelesca e cartorial que caracteriza os usos e costumes de nossos colonizadores há mais de 500 anos.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Esse STJD...

Do blog do PVC, da ESPN Brasil


A Absurda falta de critério do STJD


Se Borges fosse suspenso por cinco jogos, provavelmente ninguém reclamaria. Foi agressão o que o centroavante fez contra Tulio na partida contra o Grêmio. Só que para Borges, ficou barato, enquanto Dagoberto e Jean pegaram penas pesadas demais. Jean foi expulso pelo segundo cartão amarelo e o cartão vermelho puro e simples já serviria para puní-lo. Dagoberto merecia a punição por uma partida apenas, a não ser pela comparação com Vagner Love, que pegou dois jogos pelo cartão vermelho contra o Avaí, em lance similar. Dagoberto pegou 3 partidas, um abuso.

Como abuso é o Campeonato ficar a mercê das decisões sem critério de um tribunal que merecia cair de caduco.
 
Concordo com cada palavra.