Pois é...Essa arbitragem brasileira é sempre privilegiando os times de São Paulo, blablabla... Pra quem não sabe, o gol do Cruzeiro, que "sistematicamente" sendo garfado pelos árbtiros Brasil afora e essas coisas todas, foi completamente ilegal!
O jogador Gilberto está completamente impedido. E o bandeira estava numa posição perfeita para marcar a ilegalidade da jogada...
Apenas para confirmar tudo que eu falei no post sobre arbitragem.
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sábado, 26 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
QUI É LAVORO, MIO FIGLIO!!!
A rodada tinha tudo para ser péssima para o Palmeiras. Na rodada anterior havia sido derrotado pelo Vitória, o que permitiu a aproximação do São Paulo, diminuindo a distância para apenas um ponto. Só não foi ultrapassado pelo Internacional, que estava um ponto abaixo, porque o Cruzeiro venceu o colorado no Beira-rio.
Essa rodada já foi totalmente oposta. Começando pela derrota do Inter para o Vitória no Barradão, palco da última derrota do Palmeiras, no sábado. Um adversário permanecia a mesma distância. No domingo outro grande resultado.
Em jogo transferido para o estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto, o Santo André "recebia" o São Paulo, com sua torcida em minoria, apesar de ter o mando de campo.
O São Paulo começou avassalador, fazendo o primeiro gol aos 15 minutos. Porém, a arrogância que permeia a maioria da torcida tricolor parece ter entrado em campo após o gol. O São Paulo começou a administrar a vitória, ainda no primeiro tempo. Como quase sempre ocorre no futebol, a arrogância transformou-se em frustração. Em uma bola espirrada depois de uma disputa na área, Pablo Escobar estava livre, e chutou errado, porém, com sorte, por baixo do goleiro Rogério Ceni.
O empate persistiu até o final. Era mais um adversário que perdia a chance de ultrapassar o líder. Faltava o jogo contra o Cruzeiro, adiado para esta quarta feira. Adversário duríssimo, que acabava de vir de uma vitória fantástica sobre o Inter fora de casa.
Como previsto, foi um jogo muito duro e disputado. Lances polêmicos, expulsão de Armero no início do segundo tempo(na minha opinião equivocada, pois não acho que tenha havido falta), grande jogo.
O Cruzeiro fez valer o fato de jogar em casa e fez seu gol aos 7 minutos do primeiro tempo, em falha escabrosa da defesa do Palmeiras, desfalcada do zagueiro Danilo. porém a vantaqgem durou pouco. Diego Souza fez um golaço, cobrando falta com perfeição aos 9, empatando a partida e colocando fogo no jogo.
O gol da virada ocorreu no início do segunto tempo, em, para variar, mais um lançamento de Cleiton Xavier, desta vez para Vágner Love, que partiu em velocidade, driblou o goleiro Fábio e marcou um belo gol e importantíssimo para a campanha do Palmeiras.
Pouco depois Pablo Armero foi expulso por falta em Jonathan, o que obrigou o Palmeiras a mudar a forma de jogar, pois havia sacado o atacante Robert no intervalo para a entrada do zagueiro Maurício tentando resolver a bagunça que foi a zaga no primeiro tempo. Na minha opinião não houve falta, mas se foi marcada, o cartão foi acertado.
Aos 17 minutos ocorreu todo o lance descrito no post anterior, que não precisa mais ser discutido nesse post.
Devido a saída do lateral Wendel, houve finalmente a estréia do chileno Figueiroa. Infelizmente só foi possível analisar sua atuação defensiva, pois devido à expulsão de Armero e a saída de Wendel, só o Cruzeiro atacou, na última meia hora de jogo
Marcos ainda fez grande defesa em lance de Kléber. A defesa, a partir da saída de Wendel (mas não por conta disso, pois ele vinha jogando bem) foi perfeita, sempre tentando manter o Cruzeiro fora da área do Palmeiras, e mandando a bola para onde o nariz apontava, sempre o mais longe possível do gol de Marcos.
Mais uma grande vitória do Palmeiras, que caminha com muita força rumo ao título. Só faltam 13 jogos...
Kléber lamentável
Estava disposto a escrever um grande post defendendo as reclamações do Cruzeiro, pois na minha opinião, realmente houve um penalty a favor do Cruzeiro no primeiro tempo, pouco depois do gol de empate, num lance de Jumar com o volante Fabrício.
No entanto, mais importante do que o jogo em si, é preciso ressaltar a atuação do atacante Kléber, do Cruzeiro.
Envolvido em muita polêmica depois de, no fim de semana, ter ido a uma festa da torcida Mancha Verde, e jogado uma partida de futebol, tinha sua chance de se retratar com a torcida. Deveria jogar como jogou na Libertadores, especialmente nos jogos de mata-mata.
Parecia ter deixado para trás aquela característica que o deixou marcado no futebol brasileiro, e que poderia o estar afastando da Seleção Brasileira. Infelizmente, essa característica reapareceu com força total (perdão pelo trocadilho): a violência.
Aos 15 minutos do segundo tempo, no momento de um escanteio, desferiu, já com a bola fora de disputa, deu uma violentíssima cotovelada no lateral-direito Wendel, provocando sua saída de campo, e muita preocupação, pois havia ameaça de fratura, luxação e até de deslocamento da mandíbula do jogador, além de um corte profundo de mais de 10 cm no interior da boca. Felizmente, não houve nada de mais grave, alémdo corte na boca.
Na época da cotovelada de Kléber no zagueiro André Dias do São Paulo, condenei veementemente a atitude, dizendoq ue com aquilo, ele deveria ser banido do futebol. A cotovelada é o máximo da covardia em um esporte, pois é um golpe que não permite o mínimo de defesa para o agredido, devido a distância e velocidade da pancada. além de não ser possível para o agredido perceber a intenção do agressor.
Apesar de muito talentoso e todos os adjetivos usados acima, o atacante mostrou ser um cidadão extremamente mau caráter e covarde. Há quem diga que pode ser um ato de nervosismo pela derrota. Discordo, pois no lance citado contra o São Paulo o Palmeiras já estava empatando o jogo, ironicamente com um belo gol dele.
Infelizmente, é um grande talento que o futebol brasileiro, se for feita justiça, deverá perder, pelo menos por um bom tempo.
No entanto, mais importante do que o jogo em si, é preciso ressaltar a atuação do atacante Kléber, do Cruzeiro.
Envolvido em muita polêmica depois de, no fim de semana, ter ido a uma festa da torcida Mancha Verde, e jogado uma partida de futebol, tinha sua chance de se retratar com a torcida. Deveria jogar como jogou na Libertadores, especialmente nos jogos de mata-mata.
Parecia ter deixado para trás aquela característica que o deixou marcado no futebol brasileiro, e que poderia o estar afastando da Seleção Brasileira. Infelizmente, essa característica reapareceu com força total (perdão pelo trocadilho): a violência.
Aos 15 minutos do segundo tempo, no momento de um escanteio, desferiu, já com a bola fora de disputa, deu uma violentíssima cotovelada no lateral-direito Wendel, provocando sua saída de campo, e muita preocupação, pois havia ameaça de fratura, luxação e até de deslocamento da mandíbula do jogador, além de um corte profundo de mais de 10 cm no interior da boca. Felizmente, não houve nada de mais grave, alémdo corte na boca.
Na época da cotovelada de Kléber no zagueiro André Dias do São Paulo, condenei veementemente a atitude, dizendoq ue com aquilo, ele deveria ser banido do futebol. A cotovelada é o máximo da covardia em um esporte, pois é um golpe que não permite o mínimo de defesa para o agredido, devido a distância e velocidade da pancada. além de não ser possível para o agredido perceber a intenção do agressor.
Apesar de muito talentoso e todos os adjetivos usados acima, o atacante mostrou ser um cidadão extremamente mau caráter e covarde. Há quem diga que pode ser um ato de nervosismo pela derrota. Discordo, pois no lance citado contra o São Paulo o Palmeiras já estava empatando o jogo, ironicamente com um belo gol dele.
Infelizmente, é um grande talento que o futebol brasileiro, se for feita justiça, deverá perder, pelo menos por um bom tempo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Estudiantes Tetracampeão da Libertadores
O Estudiantes de La Plata levou o jogo do jeito que quis. Acelerou quando queria, esfriou quando queria. Deixou o jogo tenso, duro e às vezes até desleal e violento, porém sempre superior ao Cruzeiro. Tomou o gol num lance de sorte.
Nem de longe o Cruzeiro pareceu o time que venceu o São Paulo nas quartas e atropelou o Grêmio nas semifinais. Só Kléber foi o Kléber de sempre, lutando, correndo, se entregando.
Ramires parecia muito nervoso, como nos jogos decisivos da Copa das Confederações, algo perigoso para alguém que quer ir para uma Copa do Mundo. Wagner também não fez grande coisa. Wellington Paulista atuou como ele mesmo. Nada demais.
Verón foi o dono do jogo, com lançamentos, cruzamentos, catimba e liderança. Teve participação decisiva nos dois gols. Grande jogador, do alto dos seus 34 anos.
Título merecido, e incotestável.
Uma curiosidade: É a terceira vez seguida que o time brasileiro que eliminou o São Paulo na Libertadores chega à final e é derrotado em casa. Antes do Cruzeiro, foram vice-campeões Fluminense em 2008 e Grêmio em 2007.
Nem de longe o Cruzeiro pareceu o time que venceu o São Paulo nas quartas e atropelou o Grêmio nas semifinais. Só Kléber foi o Kléber de sempre, lutando, correndo, se entregando.
Ramires parecia muito nervoso, como nos jogos decisivos da Copa das Confederações, algo perigoso para alguém que quer ir para uma Copa do Mundo. Wagner também não fez grande coisa. Wellington Paulista atuou como ele mesmo. Nada demais.
Verón foi o dono do jogo, com lançamentos, cruzamentos, catimba e liderança. Teve participação decisiva nos dois gols. Grande jogador, do alto dos seus 34 anos.
Título merecido, e incotestável.
Uma curiosidade: É a terceira vez seguida que o time brasileiro que eliminou o São Paulo na Libertadores chega à final e é derrotado em casa. Antes do Cruzeiro, foram vice-campeões Fluminense em 2008 e Grêmio em 2007.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
São Paulo eliminado mais uma vez da Libertadores
Confesso que é com um prazer quase sádico que comento isso aqui. Depois da eliminação do Palmeiras, mesmo tendo criado chances e jogado contra um time na retranca e em um campo que mais parecia um pasto, e ainda ter que ver o Corinthians passar pelo Internacional, a única coisa que me deixaria satisfeito seria a eliminação do São Paulo. Gostei muito do jogo, apesar de muito truncado, com muitas faltas. faltaram algumas faltas e cartões, como no lance qem que um defensor do Cruzeiro "abraçou" a cabeça do Marlos, que aparece como grande promessa para o ano de 2009.
O Cruzeiro não apenas ganhou do São Paulo. O São Paulo perdeu para o Cruzeiro. Perdeu desde o começo, com a escalação equivocada, insistindo em três zageuiros, quando o time precisava da vitória, e insistindo com o Washington, que passou de um eficiente fazedor de gols em 2008 a atrapalhador de jogadas em 2009. Borges também não recebia bola boa e o time insistia em cruzamentos de qualquer ponto do campo.
Júnior César não repete a temporada que teve ano passado pelo Fluminense. Hernanes, depois que ganhou a camisa 10, apssou a não jogar mais nada, fenômeno parecido com o que aconteceu com o Souza ano passado.
A maior eficiência do Cruzeiro foi a paciência e saber explorar a afobação e previsibilidade do São Paulo. Não deixaram a bola chegar em Washington e Borges, e Kléber vem explorando sua fama de Gladiador bom moço. tentando cavar faltas a todo instante, e quase sempre conseguindo, porém, convenhamos, no final do jogo começou a a apanhar pra valer, com pisões e chutes. Achei a expulsão do Eduardo Costa justa. Ele vinha fazaendo pequenas faltas e deu uma entrada forte no jogador do Cruzeiro que vinha fazendo fila, bem na frente do árbitro. E já tinha cartão amarelo em falta sobre Kléber, se não me engano. O penalty foi claríssimo. O zagueiro do São Paulo salta em direção a bola com os braços esticados. Há quem diga que é impossível saltar sem abrir os braços. Basta assistir ao último lance do jogo entre Chelsea x Liverpoool, no épico 4 x 4 , para ver como se faz: Essien salta em direção a bola com os braços colados ao corpo, para evitar um penalty e cartão. Com um golaço de Henrique e com a conversão do penalty batido por Kléber, o Cruzeiro conquista uma bela vitória e segue em frente na Libertadores. Devem ser dois grandes jogos contra o Grêmio em que é impossível determinar o favorito.
O Cruzeiro não apenas ganhou do São Paulo. O São Paulo perdeu para o Cruzeiro. Perdeu desde o começo, com a escalação equivocada, insistindo em três zageuiros, quando o time precisava da vitória, e insistindo com o Washington, que passou de um eficiente fazedor de gols em 2008 a atrapalhador de jogadas em 2009. Borges também não recebia bola boa e o time insistia em cruzamentos de qualquer ponto do campo.
Júnior César não repete a temporada que teve ano passado pelo Fluminense. Hernanes, depois que ganhou a camisa 10, apssou a não jogar mais nada, fenômeno parecido com o que aconteceu com o Souza ano passado.
A maior eficiência do Cruzeiro foi a paciência e saber explorar a afobação e previsibilidade do São Paulo. Não deixaram a bola chegar em Washington e Borges, e Kléber vem explorando sua fama de Gladiador bom moço. tentando cavar faltas a todo instante, e quase sempre conseguindo, porém, convenhamos, no final do jogo começou a a apanhar pra valer, com pisões e chutes. Achei a expulsão do Eduardo Costa justa. Ele vinha fazaendo pequenas faltas e deu uma entrada forte no jogador do Cruzeiro que vinha fazendo fila, bem na frente do árbitro. E já tinha cartão amarelo em falta sobre Kléber, se não me engano. O penalty foi claríssimo. O zagueiro do São Paulo salta em direção a bola com os braços esticados. Há quem diga que é impossível saltar sem abrir os braços. Basta assistir ao último lance do jogo entre Chelsea x Liverpoool, no épico 4 x 4 , para ver como se faz: Essien salta em direção a bola com os braços colados ao corpo, para evitar um penalty e cartão. Com um golaço de Henrique e com a conversão do penalty batido por Kléber, o Cruzeiro conquista uma bela vitória e segue em frente na Libertadores. Devem ser dois grandes jogos contra o Grêmio em que é impossível determinar o favorito.
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