Ok, ok...Faz muito tempo, mas, vamos lá... de novo.
Muito tem se falado essa semana, especialmente a partir do fim de semana, sobre a possível volta de Robinho ao Santos. Uma ótima contratação, jogador de seleção brasileira, estrela internacional, atrairá atenções do mundo todo para o time da baixada santista. Seria.
Será que é uma boa contratação um jogador de 26 anos que até hoje não conseguiu se firmar no futebol internacional? Depois do título brasileiro de 2004, em que realmente se destacou, sendo eleito inclusive o melhor jogador do torneio, quando ele realmente foi destaque? Na Copa América de 2007, alguém pode falar. Foi o artilheiro do torneio, marcando 6 gols? Ora, nos únicos jogos em que o Brasil enfrentou um grande adversário, Uruguai e Argentina, ele não fez grandes coisas.
Um jogador que não é capaz de honrar nenhum contrato profissional que fez até hoje, sempre forçando sua saída do time em que está, com as mesmas alegações: "O treinador não gosta de mim", "Eu não estou feliz aqui". Um jogador que forçou a saída do time que o formou e o lançou de forma covarde, fazendo greve(!) enquanto não fosse acertada sua saída...
Não entendo como a torcida santista ainda admite a possibilidade de ter um jogador desse tipo. Certamente, ele é tecnicamente muito superior a maioria dos jogadores que atuam no Brasil. Talvez para o "super" campeonato paulista e pras primeiras rodadas da Copa do Brasil ele tenha grande destaque, e consiga manter sua vaga, agora ameaçada por Ronaldinho Gaúcho e principalmente por Nilmar.
Ainda estou trabalhando num texto sobre essa história que os jogadores adoram, de dizer que "O treinador não gosta de mim..." Francamente...
Mostrando postagens com marcador Manchester city. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Manchester city. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Ah, se essa norma chegasse o futebol sulamericano...
Do site ESPN.com.br com Agência GE
Por déficit, Manchester City e Chelsea podem ser excluídos de competições
Propriedades de magnatas, ambos os times têm muita verba para contratações e contratos, uma vez que os bilionários Roman Abramovich (Chelsea) e o xeque Mansour bin Zayed Al-Nahyan (City) despejam do próprio bolso para que seus clubes desproporcionalmente fiquem fortes em termos financeiros.
No entanto, uma regra aprovada pela Uefa tenta impedir que os clubes atuem com o caixa no vermelho, caso dos dois ingleses. A medida, chamada de "Fair Play financeiro", será definitivamente implementada na entidade europeia na temporada 2013/2014. O prazo extenso é para que as equipes já se adaptem à nova realidade e não sejam punidas.
"Se um clube consegue muito dinheiro ou subsídios e ainda está em déficit dois anos depois, há um problema. Isto é algo que queremos evitar", afirmou Platini quando a regra estava para ser aprovada.
Com o risco de punição, tanto Chelsea quanto Manchester City terão que se transformarem em altamente lucrativos e "zerarem" seus déficits. O problema é que, juntos, as duas equipes fecharam o ano comercial de 2009 com uma negativa de 130 milhões de libras (aproximadamente R$ 350 milhões).
Destas cifras deficitárias, R$ 257 milhões foram do clube de Manchester, que -financiado pelo sheik Mansour, que comprou o clube em 2009 - gastou com as contratações de Robinho, Bellamy, Shay Given e Nigel de Jong. Isso porque as chegadas de Tevez, Barry, Santa Cruz, Touré, Lescott e Adebayor ainda estão para ser contabilizadas.
O déficit dos Citizens quase bateu o recorde inglês, que ainda é justamente do Chelsea. Comprado por Roman Abramovich em 2003, o clube londrino apresentou cifras negativas de impressionantes R$ 391 milhões na temporada 2004/2005. Apenas para efeito comparativo, o valor mostrado pelos Blues é superior ao Produto Interno Bruto (PIB) da Ilha de São Tomé e Príncipe (cerca de R$ 305 milhões), uma pequena ilha no Oceano Atlântico.
Espero que essa nova norma realmente seja colocada em prática, e sirva de exemplo para outras federações e confederações pelo mundo.
Assinar:
Postagens (Atom)


