Ao meu amigo PH.
Falar sobre frivolidades com pessoas que não conhecemos bem é uma ótima maneira de passar o tempo, fugir da rotina, ter alguns momentos, possivelmente, divertidos sem risco.
Muitas vezes não gostamos de coisas novas. Temos medo. Creio que isso chega a ser evolutivo, o medo. Temos medo de correr riscos, de testar, tentar, aprender, se entregar. Claro! Todos temos nossas bagagens, nossos traumas, nossos problemas, nossa história.
Todos já falhamos com alguém, fomos traídos, magoamos e fomos magoados. Às vezes confiamos demais em quem não merecia, ou não fomos dignos da confiança de alguém.
E quando isso acontece contra a gente, criamos um escudo, um muro a nossa volta, que nos impede de voltarmos a ser como éramos. De certa forma, nunca somos as mesmas pessoas, dia após dia. Por isso, algumas vezes, é muito melhor criarmos um vínculo social superficial, apenas para fugirmos da solidão que nos impusemos para evitar ser machucados de novo.
Mesmo com nossos amigos, aqueles de verdade, em quem você confiaria sua senha do banco, (ou do facebook, que hoje algumas pessoas levam tão sério quanto a primeira)que confiaria cuidar da sua casa ou dos seus filhos, você tem necessidade desses pequenos momentos de futilidades, como discutir qual o super-herói mais poderoso, ou qual seriado de tv é o mais divertido. (
O importante é não deixar que esse muro cresça tanto que nos impeça de ver o que tem do outro lado, de tentar ver o melhor das pessoas. Mas sem exageros. Eu mesmo faço muito isso, de tentar ver o lado bom de todo mundo e normalmente me dou mal, mais cedo ou mais tarde, mas isso é conversa pra outro dia...
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quinta-feira, 1 de março de 2012
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Andar de bicicleta...
Já falei pra vocês como aprendi a andar de bicicleta? Não? Pois senta aí e lê que a história é boa.
Quando tinha cerca de 5 anos, minha mãe percebeu que era hora de eu aprender a andar de bicicleta sem aquelas rodinhas. Porém, como eu sou o caçula e único filho homem, ela ficou insegura de ser muito "cuidadosa" e acabar "estragando" alguma coisa.
Então, teve a brilhante idéia de mandar duas das minhas irmãs, de 14 e 10 anos me ensinarem. Elas o fizeram, de forma bem prática.
A casa em que morávamos era construída em um terreno bem íngreme, com a edificação em um área plana e uma imensa (pra quem tinha 5 anos, parecia imensa) ladeira, que levava da varanda da frente até o quintal, do lado da casa.
Foi ali que elas me ensinaram. Me colocavam no topo dessa ladeira, me ajudavam a me equilibrar na bicicleta, e me davam um empurrãozinho, dizendo: VAI! A partir daí era simples: Ou eu ficava equilibrado e aprendia a andar, ou me arrebentava completamente, ou na descida, ou no portão da garagem, que ficava no fim do quintal.
Ah, um dos momentos mais felizes desse aprendizado foi quando eu descobri um galho de árvore em que eu podia me segurar, antes de bater no portão. Aí só quem sofria danos consideráveis era a pobre bicicleta.
Hoje eu vejo uma analogia interessante com isso. Apesar de morrer de medo de me machucar com as possíveis quedas, eu sempre tentava de novo. Porque? Porque ali havia tudo que eu precisava: pessoas que me amavam, em quem eu confiava, e que estavam tentando me ajudar a vencer um grande desafio, mesmo sabendo dos riscos envolvidos naquela empreitada.
Às vezes, tudo o que a gente precisa pra vencer um desafio que antes parecia inalcançável, intransponível, é alguém que nos ame, pra dar um empurrão e dizer:
VAI! Se cair, provavelmente vai doer, mas eu vou estar aqui pra te ajudar a levantar, então vai!
Um grande abraço, e fiquem com Deus!
Quando tinha cerca de 5 anos, minha mãe percebeu que era hora de eu aprender a andar de bicicleta sem aquelas rodinhas. Porém, como eu sou o caçula e único filho homem, ela ficou insegura de ser muito "cuidadosa" e acabar "estragando" alguma coisa.
Então, teve a brilhante idéia de mandar duas das minhas irmãs, de 14 e 10 anos me ensinarem. Elas o fizeram, de forma bem prática.
A casa em que morávamos era construída em um terreno bem íngreme, com a edificação em um área plana e uma imensa (pra quem tinha 5 anos, parecia imensa) ladeira, que levava da varanda da frente até o quintal, do lado da casa.
Foi ali que elas me ensinaram. Me colocavam no topo dessa ladeira, me ajudavam a me equilibrar na bicicleta, e me davam um empurrãozinho, dizendo: VAI! A partir daí era simples: Ou eu ficava equilibrado e aprendia a andar, ou me arrebentava completamente, ou na descida, ou no portão da garagem, que ficava no fim do quintal.
Ah, um dos momentos mais felizes desse aprendizado foi quando eu descobri um galho de árvore em que eu podia me segurar, antes de bater no portão. Aí só quem sofria danos consideráveis era a pobre bicicleta.
Hoje eu vejo uma analogia interessante com isso. Apesar de morrer de medo de me machucar com as possíveis quedas, eu sempre tentava de novo. Porque? Porque ali havia tudo que eu precisava: pessoas que me amavam, em quem eu confiava, e que estavam tentando me ajudar a vencer um grande desafio, mesmo sabendo dos riscos envolvidos naquela empreitada.
Às vezes, tudo o que a gente precisa pra vencer um desafio que antes parecia inalcançável, intransponível, é alguém que nos ame, pra dar um empurrão e dizer:
VAI! Se cair, provavelmente vai doer, mas eu vou estar aqui pra te ajudar a levantar, então vai!
Um grande abraço, e fiquem com Deus!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Enquanto isso...
Enquanto preparo um novo post, deixo aqui belas palavras de um dos maiores gênios que já existiram.
"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
'quebrei a cara muitas vezes'!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!..."
Charles Chaplin
Não dá pra acrescentar muito, né?
Fiquem com Deus! Grande abraço a todos!
"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
'quebrei a cara muitas vezes'!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida…
E você também não deveria passar!..."
Charles Chaplin
Não dá pra acrescentar muito, né?
Fiquem com Deus! Grande abraço a todos!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Mudanças
Mudar é bom. Aliás, nem sempre é bom, mas é necessário. Infelizmente, a maioria de nós precisa de algum agente externo, algo até traumático, para percebermos as mudanças que são necessárias para que possamos melhorar nossa caminhada.
Porém, uma frase que o Dr. House utilizza bastante durante o seriado me fez ver essa "necessidade" de mudanças depois de algum trauma com outros olhos. "Alguém só muda depois de um trauma se antes desse trauma sabia oq ue precisava mudar e tinha vontade de fazê-lo." É a mais pura verdade.
Às vezes as mudanças são tão lentas que quem convive com você diariamente não percebe. Mas às vezes você mesmo precisa dar um basta naquilo que está lhe deixando infeliz, afastando as pessoas a sua volta que gostam de você e tomar as rédeas da sua vida, antes que seja tarde e ela siga desfiladeiro abaixo.
Você não precisa (e nem deve) mudar para agradar alguém, quem quer que seja. Você deve mudar o que você achar que precisa mudar para melhorar a SUA vida. E se, mesmo com um convite, as pessoas não quiserem acompanhar as suas mudanças, e lhe acompanharem nessa "nova vida", paciência. Siga em frente. Se jogue na água de cabeça que a felicidade pode estar "do outro lado do rio". Ou das pedras, das montanhas...
Em breve, muitas novidades... Imensas novidades... Novidades como nunca antes na historia desse país!
Porém, uma frase que o Dr. House utilizza bastante durante o seriado me fez ver essa "necessidade" de mudanças depois de algum trauma com outros olhos. "Alguém só muda depois de um trauma se antes desse trauma sabia oq ue precisava mudar e tinha vontade de fazê-lo." É a mais pura verdade.
Às vezes as mudanças são tão lentas que quem convive com você diariamente não percebe. Mas às vezes você mesmo precisa dar um basta naquilo que está lhe deixando infeliz, afastando as pessoas a sua volta que gostam de você e tomar as rédeas da sua vida, antes que seja tarde e ela siga desfiladeiro abaixo.
Você não precisa (e nem deve) mudar para agradar alguém, quem quer que seja. Você deve mudar o que você achar que precisa mudar para melhorar a SUA vida. E se, mesmo com um convite, as pessoas não quiserem acompanhar as suas mudanças, e lhe acompanharem nessa "nova vida", paciência. Siga em frente. Se jogue na água de cabeça que a felicidade pode estar "do outro lado do rio". Ou das pedras, das montanhas...
Em breve, muitas novidades... Imensas novidades... Novidades como nunca antes na historia desse país!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Do que é feita a vida?
Já publiquei esse texto no Facebook. Muito bonito e bem escrito, como quase tudo que o autor(alguém muito especial para mim) dele sempre faz.
Fala sobre nossas expectativas em relação à vida, como muitos de nós gostaríamos que fosse mais simples, ou mais empolgante, como nos filmes. Nem sempre é assim. Também fala sobre algo que falei no post anterior, sobre aprovitar as pequenas coisas na vida.
"A sua vida não é feita de um amontoado de grandes acontecimentos. Não é como num filme, que tem que incluir um monte de coisas em poucas horas. Sua vida demora um pouquinho mais que isso. Não tem cerimônias de casamento sendo interrompidas, aviões impedidos de decolar, ou aquele cara riquíssimo, que por acaso é louco por você, te esperando na escada de incêndio com um buquê de flores. A gente deixa isso pros filmes mesmo. Mas, ainda assim, quer-se ligar o real à ficção e, por um tempo, é maravilhoso! Até o dia que a gente percebe que o final que a gente teve não estava no script. E se perde tanto tempo pensando (ou chorando sobre) esse suposto final que se esquece do meio, que é do que a vida é feita: pequenos meios. Eles são melhores do que aqueles de filmes. São reais, mais completos... mais nossos.
Quanto mais cedo você percebe que a sua vida não é feita só de grandes acontecimentos, mais cedo você aprende a dar valor aos pequenos meios."
Bom dia e bom fim de semana!!!
Fiquem com Deus!
Fala sobre nossas expectativas em relação à vida, como muitos de nós gostaríamos que fosse mais simples, ou mais empolgante, como nos filmes. Nem sempre é assim. Também fala sobre algo que falei no post anterior, sobre aprovitar as pequenas coisas na vida.
"A sua vida não é feita de um amontoado de grandes acontecimentos. Não é como num filme, que tem que incluir um monte de coisas em poucas horas. Sua vida demora um pouquinho mais que isso. Não tem cerimônias de casamento sendo interrompidas, aviões impedidos de decolar, ou aquele cara riquíssimo, que por acaso é louco por você, te esperando na escada de incêndio com um buquê de flores. A gente deixa isso pros filmes mesmo. Mas, ainda assim, quer-se ligar o real à ficção e, por um tempo, é maravilhoso! Até o dia que a gente percebe que o final que a gente teve não estava no script. E se perde tanto tempo pensando (ou chorando sobre) esse suposto final que se esquece do meio, que é do que a vida é feita: pequenos meios. Eles são melhores do que aqueles de filmes. São reais, mais completos... mais nossos.
Quanto mais cedo você percebe que a sua vida não é feita só de grandes acontecimentos, mais cedo você aprende a dar valor aos pequenos meios."
Bom dia e bom fim de semana!!!
Fiquem com Deus!
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